Nota de Esclarecimento

A atual diretoria da Federação Universitária Mineira de Esportes (FUME) vem a público reforçar que é contra qualquer tipo de preconceito e acredita no esporte universitário como um meio de competição, mas também de formação.

Nesse sentido, publiciza-se, a quem possa interessar, que a Federação se solidariza com as estudantes S.N.S.M.S. e S.N.S.M.S., vítimas do episódio de racismo durante a última edição dos Jogos Universitários Mineiros (JUMs), em Uberaba.

A FUME pontua ainda que tem mantido contato com as discentes, matriculadas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Destaca-se também que, por meio do apoio da comunidade, o rapaz envolvido no episódio, ocorrido no último sábado (dia 8), já foi identificado e as providências estão sendo tomadas.

Além disso, compartilha-se abaixo, a nota publicada pela Associação Atlética Acadêmica do Triângulo Mineiro.

Minas Gerais, 14 de abril de 2023.

JUMs sob a perspectiva de dirigente e técnico

A edição 2023 dos Jogos Universitários Mineiros (JUMs), que ocorre desde quarta (dia 05) em Uberaba, já está na fase final e, por isso, os feedbacks sobre o evento já estão aparecendo.

Rony Bispo Silva, graduando em Educação Física e presidente da atlética do Centro Universitário do Triângulo (Unitri), enxerga a organização como ponto positivo do torneio e bate na tecla da visibilidade, tanto para o atleta quanto para a instituição, ao mencionar a importância de inscrever estudantes no JUMs.

Para a competição, a instituição inscreveu os times de futsal masculino e vôlei masculino. E, de acordo com Rony, o palco que é o evento pode ser mais uma oportunidade para estudantes-atletas que já estão inseridos no esporte ou que têm perspectiva.

“No futsal, temos meninos novos que têm muito futuro. E temos o Alan, que joga profissionalmente pelo Uberlândia Esporte Clube. No vôlei, temos dois meninos que já jogaram a Superliga e podem se desenvolver ainda mais”, revelou.

No fim do quarto dia de competições, a Unitri se classificou para a final do vôlei masculino, na Fundação Municipal de Esporte e Lazer de Uberaba (Funel), ao vencer a equipe da Faculdade Pitágoras por três sets a zero. No Centro Olímpico, o futsal masculino ficou na semifinal. O time perdeu para a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) por 4 a 1.

A final do vôlei masculino ocorre na FUNEL neste domingo (dia 09), às 13h30 (vs UFMG). Já a disputa pelo terceiro lugar do futsal masculino acontece às 08h00, também na Fundação (vs UFMG).

Remi Humberto, técnico do futsal feminino e masculino da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), também menciona a organização de forma positiva.

“Existe uma infraestrutura muito boa. As informações são bem claras. No futsal, estamos jogando num ginásio muito bom”, elencou.

Em relação ao nível da competitividade, Remi acredita que as universidades têm se preparado e se envolvido cada vez mais, incluindo a UFU, que proporciona para estudante-atletas de futsal, pelo menos, dois treinos por semana desde agosto de 2022.

Ao vencer a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) nos pênaltis – os únicos da competição, até então -, o futsal feminino da UFU se classificou para a final contra a Universidade de Uberaba (Uniube), que acontecerá no Centro Olímpico, às 14h00.

Foto: Sofia Cunha

Texto: Sofia Cunha
Edição: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

Judô: de passagem para o JUBs

No sábado (dia 08), a Fundação Municipal de Esporte e Lazer de Uberaba (Funel), recebeu as lutas de judô da edição dos Jogos Universitários Mineiros (JUMs) de 2023. E os planos de estudantes-atletas para os próximos meses seguem agitados.

Matheus Rikiya, discente de administração na Faculdade Promove e judoca, participou do JUMs pela primeira vez. Ele é descendente de japoneses e tem contato direto com a cultura japonesa, país onde a arte marcial foi criada, no fim do século XIX, pois visita sua mãe e seus irmãos que moram no Japão.

Desde a infância, Matheus é praticante de judô, assim como seus dois irmãos mais velhos. A diferença é que eles não seguiram o caminho das competições, enquanto o graduando tem planos de seguir carreira no esporte: “eu planejo entrar na Seleção”.

Em busca do sonho

Aos 14 anos, Matheus saiu de casa, em São José do Rio Preto (SP). Primeiro, ele foi para Bastos, cidade do interior de São Paulo conhecida como “capital do ovo”. Lá, foi orientado por um professor japonês. Posteriormente, entrou para o Sesi e, atualmente, faz parte da equipe do Minas, na capital mineira.

“Consegui colocar meu judô em prática, joguei de Ippon as duas e estou muito bem. O brasileiro vai ser forte e eu estarei preparado”, comentou Matheus sobre a expectativa para os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs).

O calendário de Matheus pós-JUMs é formado por outras competições particulares: SUB-23 aberto – competição nacional – e disputa de vaga para lutar nos Jogos Mundiais Universitários, que acontecerão entre 28 de julho e 08 de agosto, em Chengdu, na China.

Foto: Sofia Cunha

Texto: Sofia Cunha
Edição: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

Assembleia geral reúne dirigentes e representantes filiados da FUME

Na manhã de ontem (sexta, dia 7), ocorreu a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Federação Universitária Mineira de Esportes (FUME).

A reunião presencial em Uberaba, cidade onde está ocorrendo os Jogos Universitários Mineiros (JUMs), havia sido convocada pelo atual presidente da entidade, Wellington Ferreira, tendo contado com a presença de vários representantes de instituições de ensino filiadas.

Entre os pontos de pauta, estiveram a prestação de contas do exercício anterior e a própria realização da edição 2023 dos JUMs.


Texto: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

JUMs: a frente de toda equipe, sempre há uma grande mulher

A grandeza de cada mulher vai além daquela medida na fita. Se bem que, às vezes, ela importa, como no caso de Isadora Cristine Alves Augustin (foto de destaque), estudante-atleta de basquete da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A importância de Isadora para o elenco, que ela se refere como “família”, não é questionada por causa de seu talento e dedicação. Aliás, ‘dedicação’ e ‘paciência’ são palavras que têm movido a vida dela.

“O objetivo é ser o melhor naquilo tudo que eu me proponho a fazer”, contou Isadora sobre a missão de conciliar seus afazeres. Além de atleta, ela ainda é estudante, empreendedora no ramo alimentício e técnica de basquete: uma forma de unir suas paixões e usar cada ofício para agregar em outro.

Desde os oito anos, quando começou a escolinha em Uberaba, o basquete é a paixão de Isadora. Na adolescência, a história não mudou e ela continuou se dedicando totalmente à modalidade para chegar ao profissional. E ela chegou. Mas foi barrada pela falta de incentivo dentro de casa. Sem muita opção, seguiu firme nos estudos e fez do basquete o que ela chama de válvula de escape para a rotina intensa.

Na UFU, Isadora estuda Nutrição. Além de se interessar pela área por causa da possibilidade de evolução  da performance no basquete, ela faz questão de aplicar o que aprende para desenvolver sua empresa, uma Bakehouse especializada em Boulangerie Tradicional Francesa e Pizzeria Italiana, localizada em Uberlândia.

O compromisso mais recente de Isadora envolve o basquete, mas fora das quatro linhas. Ela é técnica da Atlética Exatas, também da UFU. Ao mencionar o fato com sorriso no rosto, ela parece ter encontrado mais um motivo de satisfação.

“É maravilhoso. Eu nunca imaginei que fosse gostar tanto de estar a frente de um time”, comemorou. O trabalho já deu resultado e a equipe venceu a Olimpíada UFU, em 2022. Em relação ao futuro de Isadora, fica em aberto se ela continua no basquete dentro ou fora de quadra.

Comandar um time também afaga o coração de outra mulher, em outra modalidade. Jéssica Miranda Quintão Henriques, formada em Educação Física pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, é professora na rede estadual, jogadora de futsal e técnica de futsal feminino da Engenharia UFTM, da Medicina UNIUBE, da Medicina UFTM, da OAB Uberaba e da Atlética Geral da UFTM.

Jéssica conheceu a modalidade por meio do irmão: “Ele não tinha ninguém para brincar e me forçava a jogar com ele. E eu apaixonei”. A influência do irmão definiu o futuro da técnica, já que o futsal, somado ao amor por ensinar, foram alguns dos motivos que a fez escolher a Educação Física.

(Foto: Sofia Cunha)

Durante a graduação, nos campeonatos que disputava, o time de Jéssica sentia falta de uma pessoa na beira da quadra para instruir a equipe. Então, ela uniu o útil ao agradável e se voluntariou para o cargo, que ocupa desde 2012. O tempo dela é contado, mas ‘gasto’ com amor pela profissão.

“O esporte é mágico. O que eu tento passar para as meninas é que, além da tática, da técnica e da seriedade, a gente precisa levar o coração para a quadra. Não tem que ser duro, tem que ser divertido”, revelou.

Ao refletir sobre o papel dela como mulher-treinadora em um meio ainda masculino, Jéssica sente um misto de satisfação e tristeza, já que tem orgulho em representar mulheres, mas se frustra com a pouca quantidade de colegas, inibidas pela desconfiança.

Em 11 anos de profissão, ela comandou apenas um time masculino e a impressão que tem é que “eles não acreditam que uma mulher possa somar em um time. Isso fica claro na conversa, nos olhares, na expressão. É uma área que abrange todos, além do sexo”.

O time de basquete feminino da UFU venceu o primeiro jogo na competição por 46 a 20 (vs UFV). O futsal feminino da UFTM ganhou da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) por 6 a 0 e, no jogo seguinte, perdeu para a Universidade Federal de Viçosa (UFV) por 4 a 2.

A edição 2023 dos Jogos Universitários Mineiros (JUMs) ocorre desde quarta (dia 5), em Uberaba, e termina neste domingo (dia 9).


Texto: Sofia Cunha
Edição: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

Cheers no JUMs: diversão além da competição

Muita gente ainda não conhece, mas a expectativa é que o mundo descubra o que é o cheerleader nas Olimpíadas de 2028. Em 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) reconheceu provisoriamente o esporte e o órgão mundial de líderes de torcida –  International Cheerleading Union (ICU).

Sendo assim, o primeiro passa para que a modalidade apareça como esporte olímpico foi dado. Evidentemente, outras exigências precisam ser cumpridas e também há a necessidade de disputar vaga com outras modalidades, mas isso não reduz as esperanças dos praticantes e do público.

Na edição de 2023 dos Jogos Universitários Mineiros (JUMs), que está ocorrendo em Uberaba (MG), as instituições de ensino tiveram a oportunidade de mostrar seu elenco na competição de Cheers, como o esporte é popularmente conhecido, mas somente a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) marcou presença.

A aparição única não afetou a apresentação do time UFU, que foi acompanhada por gritos da torcida, pedidos de “mais um” e premiação – ouro para os estudantes de Uberlândia. A relação entre esportistas e telespectadores foi tamanha que, no fim da exibição, o tatame virou piso para a experimentação.

Whalley Leandro, estudante de Enfermagem da UFU e capitão do time, comentou sobre a preparação e o que motivou a equipe a se apresentar mesmo sem precisar competir.

“O tempo de preparo foi corrido, isso atrapalha e pode ter influenciado as outras equipes também. Mas o objetivo do JUMs é garantir a vaga nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBS), e a gente tem interesse em competir no JUBs”, disse.

Whalley Leandro à esquerda e Willy Di Rita, treinador, à direita (Foto: Sofia Cunha)

A presença da torcida foi mencionada por Whalley. Para ele, ter quem acompanhe é importante para dar visibilidade ao esporte, que ainda sofre com preconceitos e estereótipos.

Núbia Regina, mãe de Lucas Matos, atleta do time UFU, foi uma das pessoas que se arriscou no tatame. Fazer o papel de flyer por alguns segundos, apesar de ter descido “tremendo”, para ela, não foi tão difícil, e isso se deve ao fato de ser inserida no esporte há muitos anos e ter certo controle corporal: “Eu pratico bike, crossfit, beach tennis, circense e musculação”.

Ela contou que, além de Lucas, as outras duas filhas praticam esporte por influência dela, elogiou o time e destacou a importância de um evento como o JUMs.

“Eu chego e sinto essa energia de jovens, no meio de esportes. Isso é tão bom. É pra vida inteira. É um fortalecimento para a vida e para o envelhecimento”, defendeu.

Foto: Sofia Cunha

Texto: Sofia Cunha
Edição: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

JUMs 2023: “uma experiência de vida”

O vôlei já foi a profissão dos sonhos de Victor Silva Ananias. Hoje, por qualquer que seja o motivo, a modalidade se transformou em diversão e competição sem planos de carreira. Mesmo assim, o estudante-atleta se deslocou aproximadamente 557 quilômetros para competir nos Jogos Universitários Mineiros.

A distância entre Uberaba, município que sedia a edição 2023 dos Jogos, e Itajubá, cidade no sul de Minas em que fica a Universidade Federal de Itajubá (Unifei), é de 557 quilômetros. Doze horas de ônibus, relata Victor. Sem falar na pré-temporada organizada pelo time, que precisou voltar à faculdade antes das aulas começarem para se preparar para a competição. O que justifica, então, tanto tempo de estrada e dedicação?

De fato, o JUMs é berço de futuros talentos, mas, para além disso, é “uma experiência ótima para ter como pessoa”, diz o atleta de vôlei.

“Disciplina” e “convivência” foram outras palavras usadas por ele para definir o evento e, também, para pontuar como os jogos podem contribuir para o futuro de qualquer um que participa.

A decisão de cada atleta sobre tentar ou não se profissionalizar não tira o sono de Alessandra da Silva Oliveira, técnica de vôlei dos times da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Para ela, assim como para Victor, o jogo vai além das linhas que delimitam as quadras. O jogo une grupos e comunidades. E, por mais que deseje o primeiro lugar no pódio, Alessandra valoriza aspectos invisíveis: “independente da escolha de cada um, trata da saúde, da socialização e da disciplina”.


Texto: Sofia Cunha
Edição: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

JUMs 2023: expectativa nas alturas

A edição 2023 dos Jogos Universitários Mineiros (JUMs) começou, oficialmente, nesta quarta (dia 5). E já no primeiro dia de competição, em Uberaba, os desejos são os maiores possíveis. Independente da modalidade ou do gênero, é o lugar no meio do pódio que interessa aos estudantes-atletas.

A vitória no primeiro jogo anima, é claro, o que não significa que a derrota enxuga o desejo da classificação. “A gente vai estar lá. Pode confiar”, disse Tais Araújo, estudante de Educação Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), após derrota no futsal para a Universidade de Uberaba (Uniube), por 4 a 3.

Nas palavras de Taís, a emoção tomou conta do elenco, que chegou a abrir vantagem por 3 a 1. Mesmo assim, o desânimo pós derrota não pode persistir no próximo jogo.

“Colocar a cabeça no lugar, conversar sobre o que precisa melhor e voltar com tudo”, comentou a atleta sobre os planos da equipe.

Já Popó, como é apelidado Luiz Otávio, estudante de Geografia e líbero da equipe de vôlei da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), saiu de quadra sorrindo à toa após vencer a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) por três sets a zero.

Não diferente de Taís, Popó afirmou que o time tem potencial para se classificar e está “sempre procurando o primeiro lugar”.

Foto: Sofia Cunha

Texto: Sofia Cunha
Edição: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Sofia Cunha

Edição de Jogos Universitários do Sudeste marca reforço ao esporte universitário

No último domingo (dia 19), terminou a primeira edição dos Jogos Universitários do Sudeste. O evento ocorreu em Ouro Preto (MG) e reuniu equipes femininas e masculinas dos quatro estados da região: Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro.

Handebol e futsal foram as duas modalidades presentes na programação. Em entrevista anterior, o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário, Luciano Cabral, indicou que a ideia desse novo evento, que conta com o apoio da CBDU, é incentivar ainda mais o esporte universitário na região, ampliando as oportunidades, para estudantes-atletas, de participação no calendário oficial.

“A ideia é que aconteçam nas cinco regiões do Brasil!”, afirmou Luciano. O dirigente ainda revelou que, em 2022, houve um teste desse formato de evento regional entre as federações do Norte do Brasil.

O presidente da Federação Universitária Mineira de Esportes (FUME), Wellington Ferreira, reforça todo o empenho necessário para realizar uma competição deste tipo, mas considera que presenciar a interação entre estudantes-atletas e dirigentes, de diferentes localidades, é recompensador.

Resultados

Confira o resultado final da edição 2023 dos Jogos Regionais do Sudeste:

  • Futsal – feminino
ColocaçãoEquipe – Instituição / Estado
1º lugarUnisantanna (SP)
2º lugarCelso Lisboa (RJ)
3º lugarUFOP (MG)
4º lugarUFES (ES)
  • Futsal – masculino
ColocaçãoEquipe – Instituição / Estado
1º lugarUnisantanna (SP)
2º lugarCelso Lisboa (RJ)
3º lugarUFOP (MG)
4º lugarMultivix (ES)
  • Handebol – feminino
ColocaçãoEquipe – Instituição / Estado
1º lugarMultivix (ES)
2º lugarUnisantanna (SP)
3º lugarUFOP (MG)
  • Handebol – masculino
ColocaçãoEquipe – Instituição / Estado
1º lugarUnisantanna (SP)
2º lugarCelso Lisboa (RJ)
3º lugarUFOP (MG)
4º lugarUFES (ES)

Texto: Arthur Raposo Gomes

Foto de destaque: Arthur Raposo Gomes

Jogos Regionais: equipes chegam em Ouro Preto e iniciam as competições

Nesta sexta (dia 17), equipes dos quatro estados da região chegaram em Ouro Preto para participar da primeira edição dos Jogos Regionais do Sudeste (JUBs Sudeste).

O evento é promovido pela Federação Universitária Mineira de Esportes (FUME), com o apoio da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU).


As competições femininas e masculinas de handebol e futsal estão ocorrendo, respectivamente, na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e no campus do Instituto Federal de Minas Gerais (IF MG).

Satisfação

A organização dos Jogos Regionais do Sudeste é acompanhada pelo presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Luciano Cabral, e pelo vice-presidente da CBDU, Alim Maluf Neto.

Durante entrevista à Coordenação de Assessoria de Comunicação da FUME, Luciano relembra que esse modelo de evento foi testado, em 2022, pela primeira vez, na região norte.

“A ideia é que aconteçam nas cinco regiões do Brasil! A ideia é que aconteçam nas cinco regiões do Brasil. […] O objetivo é ofertar para mais instituições de ensino superior e, principalmente, para que mais estudantes-atletas possam disputar eventos oficiais do calendário da CBDU”, explica o dirigente.

Já o presidente da FUME, Wellington Ferreira, reforça a satisfação em ser o primeiro estado da região a abrigar os Jogos Regionais do Sudeste.

“É uma grande honra ser o primeiro estado da região a promover os Jogos”, comemora.

Resultados do dia

Confira como foi as disputas que ocorreram nesta sexta (dia 17):

  • Handebol

  • Futsal

Texto: Arthur Raposo Gomes
Imagem de destaque: Arthur Raposo Gomes